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Esqueleto achado em igreja pode pertencer ao militar que inspirou ‘Os Três Mosqueteiros’

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Esqueleto encontrado sob o piso da Igreja de São Pedro e São Paulo em Maastricht, possivelmente de d’Artagnan (Foto: Instagram)

Pesquisadores na Holanda encontraram sob o piso da Igreja de São Pedro e São Paulo, em Maastricht, um esqueleto que pode ser de Charles de Batz de Castelmore d’Artagnan, o lendário mosqueteiro que inspirou Alexandre Dumas. A descoberta ocorreu quando o chão cedeu durante reformas e revelou ossos acompanhados de uma moeda antiga e fragmentos de bala, itens compatíveis com relatos de 1673. A confirmação virá de exames de DNA, que serão comparados a material de um possível parente vivo.

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Charles de Batz de Castelmore, conhecido como Conde d’Artagnan, serviu como oficial de confiança do rei Luís XIV e ganhou imortalidade literária ao inspirar o protagonista de Os Três Mosqueteiros. Apesar de dar título à obra, ele é frequentemente citado como o “quarto mosqueteiro”, ao lado de Athos, Aramis e Porthos, personagens centrais criados por Dumas em 1844. Sua trajetória militar e personalidade corajosa atravessam gerações, tornando-o uma figura histórica e ficcional de destaque.

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O achado surgiu de forma inesperada durante obras de restauro no templo. O diácono Jos Valke percebeu uma cavidade quando o piso afundou e, ao remover parte da laje, encontrou uma parede subterrânea. Movido pela curiosidade, ele iniciou escavações com uma escova e, ao identificar indícios mais consistentes, chamou um arqueólogo. A localização do esqueleto, exatamente onde ficava o altar há cerca de 200 anos, aumentou a crença na ligação com o mosqueteiro.

Além dos ossos, a equipe arqueológica recuperou um projétil de mosquete e uma moeda datada de 1660, detalhes que reforçam a relevância histórica do local. O momento da exumação foi marcado por silêncio e emoção entre os envolvidos. Para confirmar a identidade, amostras ósseas seguirão para um laboratório em Munique, onde serão submetidas a testes de DNA e comparadas com material genético de um provável descendente que vive em Avignon, na França.

Historicamente, d’Artagnan morreu em 1673 durante o cerco de Maastricht, na Guerra Franco-Holandesa, ao ser atingido por um disparo na região do pescoço. Esse episódio, registrado em cartas de oficiais franceses, fecha o ciclo que agora pode ter deixado vestígios exatos sob o chão da igreja holandesa.

A possível comprovação de que o esqueleto pertence a Charles de Batz de Castelmore d’Artagnan representa uma das mais importantes descobertas arqueológicas sobre a vida real do mosqueteiro que, séculos depois, ganhou dimensões épicas na literatura e nas inúmeras adaptações para cinema, televisão e teatro.

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