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EUA avaliam encerrar operações militares em meio à crise no Oriente Médio

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Donald Trump avalia fim das operações contra o Irã e propõe que aliados vigiem o Estreito de Ormuz (Foto: Instagram)

Em 20 de março de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que estuda encerrar as operações militares contra o Irã, ao passo que sugeriu que a vigilância do Estreito de Ormuz — rota estratégica responsável por cerca de 20% do petróleo mundial — seja realizada por outras nações que dependem dessa via marítima para o transporte de energia. Trump tem cobrado maior envolvimento de aliados e potências globais para garantir a segurança da região.
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Apesar da possibilidade de redução das ações, Trump deixou claro que um cessar-fogo não está nos planos imediatos. Em sua plataforma Truth Social, ele afirmou que os EUA mantêm vantagem no conflito e, por isso, não veem razões para negociar um acordo de paz neste momento. A Casa Branca reforça que o objetivo de Washington, em sintonia com Israel, é alcançar a vitória militar contra o regime de Teerã.
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A guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã se aproxima de três semanas, com as tropas americanas intensificando esforços para impedir o bloqueio do Estreito de Ormuz. O governo iraniano tem empregado minas marítimas, mísseis e drones armados, provocando queda no tráfego de navios e preocupações globais sobre o abastecimento de petróleo e gás. Com isso, o barril de petróleo subiu para cerca de 112 dólares e o índice S&P 500 acumulou novas perdas diante da incerteza no fornecimento energético.

Nos últimos dias, Trump adotou discurso oscilante, ora indicando um desfecho próximo, ora garantindo que não há pressa para encerrar as operações. Paralelamente, relatórios da imprensa norte-americana informam o envio de reforços ao Oriente Médio, com novos contingentes do Corpo de Fuzileiros Navais e navios adicionais. Além disso, o Pentágono planeja solicitar ao Congresso um orçamento superior a 200 bilhões de dólares para custear as ações na região, sinalizando envolvimento prolongado.

Em busca de pressionar Teerã a reabrir o Estreito de Ormuz, a Casa Branca avalia a possibilidade de assumir o controle da Ilha de Khark — polo vital para as exportações de petróleo iraniano. Essa estratégia, segundo veículos internacionais, poderia envolver tropas dos Fuzileiros Navais dos EUA, ampliando o nível de intervenção militar e elevando as tensões geopolíticas no Golfo Pérsico.

Trump também criticou aliados da Otan por não atenderem aos pedidos de envio de embarcações para proteger a navegação no estreito. Embora tenha afirmado anteriormente que os EUA não dependiam de apoio externo, o presidente passou a reconhecer a necessidade de maior cooperação internacional para manter a operação, dada a demanda por recursos logísticos e presença naval.

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