O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) divulgou uma carta manuscrita neste último domingo (1), onde fez alguns pedidos, e dentre eles, que a esposa, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, só se envolva nas articulações políticas a partir de abril.
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Na ocasião, o político, que está preso, condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) por tentativa de golpe de Estado, lamentou as críticas da própria direita contra a mulher, mas não fez citações de nomes.
Além disto, pediu para Michelle só se envolva na política “após março/26” porque está muito ocupada cuidando dele e da filha do casal. Além disto, de olho nas eleições, Bolsonaro apontou que apoios às candidaturas devem vir por “diálogo e convencimento” e não por “pressões ou ataques entre aliados”.
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A carta, inclusive, é a segunda divulgada por Bolsonaro num período de dois dias. Na primeira, Michelle compartilhou uma mensagem do ex-presidente em afirma que divulgará em breve uma lista com os nomes que ele apoia para o Senado. Escreveu também que, em Mato Grosso do Sul, seu apoio é do deputado federal Marcos Pollon (PL-MS).
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