Uma nova confirmação de infecção por Mpox em Porto Alegre deixou autoridades de saúde em alerta nesta semana após a doença reaparecer no Brasil com um caso que vem de fora da capital gaúcha, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. Até agora, não há detalhes sobre a variante envolvida ou a gravidade do quadro clínico do paciente, mas a notificação reforça a necessidade de ficar de olho na evolução da situação.
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Esse registro não é isolado: em janeiro já haviam sido confirmados mais de 40 casos no estado de São Paulo, espalhados por várias cidades como Campinas, Santos e Ribeirão Preto, entre outras. Embora números suspeitos tenham sido muitos, as confirmações tiveram foco principal nessas regiões do Sudeste.
A Mpox ganhou destaque internacional em 2024, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou o vírus ao mais alto nível de alerta sanitário global — Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional — e o Brasil chegou a ocupar a segunda posição global em casos registrados, atrás apenas dos Estados Unidos. Depois de um período de queda, esse nível de emergência foi retirado em 2025.
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Embora autoridades reforcem que não há indicação de uma nova pandemia em curso, a recomendação é reforçar a vigilância epidemiológica e incentivar a notificação rápida de casos suspeitos para evitar surpresas. A Mpox, que pertence à mesma família da varíola, se espalha principalmente por contato próximo e pode causar sintomas como erupções na pele, febre e mal-estar, com tratamento focado em aliviar os sinais da doença.
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