A clássica “barriga de chope”, muitas vezes tratada com humor, pode esconder um risco muito mais sério do que a estética. Especialistas alertam que o acúmulo de gordura abdominal está diretamente ligado ao aumento das chances de doenças cardiovasculares, funcionando como um verdadeiro gatilho para problemas no coração — inclusive em pessoas que, à primeira vista, não parecem acima do peso.
Esse tipo de gordura, conhecida como gordura visceral, se instala ao redor de órgãos vitais e tem comportamento diferente da gordura comum. Ela é metabolicamente ativa, liberando substâncias inflamatórias que elevam a pressão arterial, desregulam o colesterol e favorecem o desenvolvimento de diabetes tipo 2 — um combo perigoso para o sistema cardiovascular.
Estudos apontam que a circunferência abdominal é um indicador tão — ou até mais — relevante que o peso total na balança para medir riscos cardíacos. Em outras palavras, alguém com barriga saliente pode ter maior probabilidade de sofrer infarto ou AVC do que outra pessoa com IMC elevado, mas com menor concentração de gordura na região do abdômen.
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Médicos reforçam que mudanças no estilo de vida fazem diferença direta: redução no consumo de álcool, alimentação equilibrada, prática regular de exercícios e controle do estresse ajudam a diminuir a gordura visceral e, consequentemente, proteger o coração. O alerta é claro: ignorar a barriga de chope pode custar caro para a saúde no longo prazo.
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