Uma experiência criada há quase 30 anos voltou a dominar conversas na internet após prometer algo que parece impossível: fazer duas pessoas se apaixonarem apenas respondendo perguntas. A ideia ganhou fama mundial depois que a escritora Mandy Len Catron relatou, em um artigo viral, que testou o método com um conhecido da universidade — e os dois acabaram vivendo um romance real.
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O experimento original surgiu em 1997, quando psicólogos desenvolveram um questionário com 36 perguntas dividido em três blocos progressivamente mais íntimos. A proposta era simples: dois desconhecidos sentavam frente a frente e respondiam às questões, que começavam leves e avançavam para temas profundos, pessoais e emocionais. Em versões populares do teste, ainda foi incluído um exercício final de contato visual em silêncio, aumentando a intensidade do momento.
Apesar da fama, o objetivo científico não era criar casais, mas gerar um sentimento temporário de proximidade. O estudo buscava entender como a intimidade surge entre pessoas, usando a chamada “autorrevelação” — quando alguém compartilha informações pessoais de forma crescente e recíproca. Esse processo, segundo os pesquisadores, acelera conexões que normalmente levariam semanas ou meses para acontecer.
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Décadas depois, o tema continua atual. A própria autora que viralizou o experimento acabou se casando com o parceiro do teste, teve filhos e transformou a história em livro e palestras. Para ela, o sucesso duradouro das 36 perguntas revela um desejo cada vez mais forte das pessoas: sentir-se vistas, compreendidas e emocionalmente conectadas — algo que, em tempos de relações mediadas por telas, se tornou ainda mais raro e valioso.
Créditos: BBC
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