Quem é apaixonado por gatos pode carregar características psicológicas bem específicas — e algumas delas estão chamando a atenção de pesquisadores. Estudos recentes apontam que pessoas que preferem felinos costumam apresentar traços ligados à independência, sensibilidade emocional e uma forma única de enxergar o mundo. Diferente do estereótipo de frieza, muitos tutores de gatos demonstram empatia aguçada e forte conexão afetiva, ainda que de maneira mais reservada.
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Outro ponto curioso é que amantes de gatos tendem a valorizar mais o espaço pessoal e a autonomia nas relações. A explicação pode estar no próprio comportamento dos felinos, conhecidos por serem seletivos, silenciosos e menos dependentes de interação constante. Esse convívio diário acabaria reforçando — ou até atraindo — perfis mais introspectivos, criativos e observadores.
Pesquisas em psicologia comportamental também sugerem que quem ama gatos costuma pontuar mais alto em testes de abertura a novas experiências e imaginação. Há indícios de maior inclinação artística, gosto por leitura, cinema e atividades solitárias prazerosas. Em contrapartida, esses indivíduos podem se mostrar menos inclinados a seguir padrões sociais rígidos, preferindo rotinas flexíveis.
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Apesar das generalizações, especialistas reforçam que a preferência por gatos não define totalmente a personalidade de alguém. Ainda assim, os dados revelam tendências intrigantes: por trás do carinho pelos felinos pode existir uma mente curiosa, independente e emocionalmente profunda — características que, para muitos, tornam os “gateiros” ainda mais fascinantes.
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