Uma prática ancestral da medicina tradicional chinesa voltou ao centro das atenções científicas após pesquisadores identificarem possíveis efeitos positivos no combate à calvície. O método, que envolve estímulos específicos no couro cabeludo e no organismo, tem sido analisado como uma alternativa complementar para estimular o crescimento capilar — especialmente em casos de queda relacionada a fatores hormonais e genéticos.
++Quem prefere ficar sozinho pode ter esse traço psicológico em comum, dizem estudos
Os estudos mais recentes investigam como a técnica pode melhorar a circulação sanguínea na região do couro cabeludo e reativar folículos capilares enfraquecidos. A hipótese é que o aumento do fluxo de nutrientes e oxigênio favoreça a regeneração dos fios, prolongando a fase de crescimento e reduzindo a queda progressiva.
Outro ponto observado pelos cientistas é o possível efeito anti-inflamatório do tratamento. Pesquisadores avaliam que processos inflamatórios silenciosos podem estar ligados ao enfraquecimento dos folículos, e a prática chinesa atuaria justamente ajudando a equilibrar essas respostas do organismo, criando um ambiente mais favorável para o nascimento de novos fios.
++Por que esquecemos nomes tão rápido? A ciência revela o que sua mente está escondendo
Apesar do entusiasmo, especialistas alertam que os resultados ainda estão em fase de investigação clínica e que a técnica não deve ser vista como cura definitiva. Mesmo assim, o interesse crescente da comunidade médica indica que a sabedoria milenar do Oriente pode abrir novos caminhos no futuro dos tratamentos contra a calvície.
Não deixe de curtir nossa página no Facebook e também no Instagram para mais notícias do JETSS.

