Reaquecer a comida do dia anterior é um hábito comum na rotina corrida, mas nem sempre é uma escolha segura. Dependendo do alimento e da forma de aquecimento, esse costume pode favorecer a perda de nutrientes importantes e até aumentar o risco de contaminações invisíveis, transformando uma refeição prática em um problema para o organismo.
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O calor intenso e repetido pode reduzir vitaminas sensíveis, como a vitamina C e algumas do complexo B, além de acelerar a oxidação de gorduras. Esse processo gera substâncias que, quando consumidas com frequência ao longo do tempo, podem ser prejudiciais. Já proteínas e minerais costumam resistir melhor, mas isso não elimina os riscos quando o reaquecimento é feito de maneira inadequada.
Alguns alimentos exigem atenção máxima e, em muitos casos, não devem ser requentados. Ovos podem sofrer alterações que favorecem bactérias e causam desconforto digestivo. Frango, se aquecido novamente sem atingir temperatura suficiente ou várias vezes, pode se tornar mais difícil de digerir e perigoso. O arroz também preocupa, pois certas bactérias resistem ao calor e podem causar intoxicação alimentar, mesmo após o reaquecimento.
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Vegetais folhosos, como espinafre e acelga, podem formar compostos indesejáveis quando passam por novo aquecimento. Peixes e frutos do mar, além de perderem textura e sabor, oferecem maior risco se não forem armazenados e aquecidos corretamente. Para reduzir prejuízos, métodos mais suaves, como banho-maria ou forno a vapor, ajudam a preservar melhor a qualidade dos alimentos e evitam o superaquecimento.
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