O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) realizou críticas públicas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por não declarar grupos narcotraficantes como o CV (Comando Vermelho) e o PCC (Primeiro Comando da Capital) como “grupos terroristas” e por, segundo ele, não cooperar com o governo de Donald Trump.
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Durante uma conferência internacional de combate ao antissemitismo, que é realizada em Jerusalém, de Israel, nesta segunda-feira (26), ele ainda pediu apoio à candidatura do irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), à presidência da República.
“Não há justificativa para o Brasil, sob o governo Lula, se retirar da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto. Por que ele rejeita a educação sobre o Holocausto em nosso país, com a 2ª maior população judaica da América Latina? Qualquer pessoa com bússola moral sabe a resposta”, declarou Eduardo Bolsonaro.
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Por fim, o apresentador do evento declarou que Lula simbolizava “o socialismo conectado ao antissemitismo”. Eduardo, por sua vez, concordou, e acrescentou, confiante no resultado das eleições: “100%. Vamos derrotá-lo. Meu irmão, o senador Flávio Bolsonaro, vai concorrer para presidente em outubro. Eu peço para que o apoiem. Meu pai poderia concorrer, mas ele está na cadeia por causa do uso político da lei”, pontuou.
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