Os Estados Unidos decidiram interromper de forma indefinida o processamento de vistos de imigração para cidadãos de 75 países, incluindo o Brasil, numa das medidas mais radicais do governo atual contra quem deseja morar ou trabalhar no território norte-americano. A suspensão entra em vigor no dia 21 de janeiro e, segundo autoridades, só será revista quando o governo conseguir “garantias” de que novos imigrantes não representarão um suposto gasto público.
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A lista de nações afetadas — que já circula em documentos internos do Departamento de Estado — inclui desde países já com histórico de restrições, como Irã, Somália e Rússia, até nações menos esperadas, como Brasil, Colômbia e Uruguai. A regra vale apenas para vistos de imigrante, ou seja, aqueles usados para morar ou trabalhar nos EUA; vistos temporários de turismo, negócios e estudos, por enquanto, seguem fora dessa parada.
Funcionários consulares embaixadas e consulados americanos no mundo inteiro já receberam ordens de negar pedidos de visto nas categorias afetadas até que um novo sistema de triagem seja implementado. A justificativa oficial é que muitos solicitantes têm usado programas de assistência social americanos logo após a entrada no país. Analistas alertam, no entanto, que a medida pode causar caos nos processos legais de imigração e impactar planos de famílias inteiras.
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A decisão chega em um momento de clima político tenso sobre imigração nos EUA e aprofunda uma das agendas mais duras do governo em relação a fronteiras e entrada de estrangeiros. Especialistas em migração dizem que os efeitos podem ser sentidos por meses ou até anos, e famílias ao redor do mundo já estão correndo para entender como isso afeta seus planos de mudança ou reunião com parentes.
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