
Para mulheres que desejam engravidar, ajustar a alimentação pode ser uma medida simples, mas altamente eficaz. A nutrição exerce papel fundamental na fertilidade, influenciando diretamente aspectos como ovulação, equilíbrio hormonal, qualidade dos óvulos e receptividade uterina. Micronutrientes como ácido fólico, vitamina D e antioxidantes são essenciais para o funcionamento do ciclo menstrual e a saúde reprodutiva.
Problemas como inflamação crônica, resistência à insulina e estresse oxidativo afetam negativamente a fertilidade, e todos esses fatores podem ser controlados, em parte, por meio de uma alimentação adequada. Por isso, incluir certos alimentos no cardápio pode fazer diferença significativa.
Entre os principais aliados da fertilidade estão as folhas verdes escuras, como espinafre e couve, ricas em ácido fólico; gorduras saudáveis presentes no abacate, azeite de oliva e castanhas, que auxiliam na produção hormonal; frutas vermelhas, como morango e mirtilo, que oferecem antioxidantes protetores; peixes com ômega 3, como salmão e sardinha, que equilibram os hormônios e reduzem inflamações; ovos, fontes de colina e vitamina D; e a romã, que pode favorecer a circulação no útero e a implantação do embrião.
Além da alimentação, alguns hábitos também contribuem para a fertilidade: manter o peso adequado, evitar álcool e alimentos ultraprocessados, reduzir o estresse, dormir bem e praticar exercícios moderados.
Caso a gravidez não ocorra após meses de tentativas, é indicado procurar orientação médica e nutricional. Profissionais podem investigar causas como síndrome dos ovários policísticos, resistência à insulina, baixa reserva ovariana ou carências nutricionais, fatores que podem ser ajustados com mudanças no estilo de vida.

