O prazo para que os estudantes inscritos no Enade preencham o questionário obrigatório chega ao fim neste sábado (22), e a correria tomou conta de universitários de todo o país. A etapa, que costuma ser esquecida por muitos, é decisiva: quem não responder pode enfrentar problemas sérios na vida acadêmica. A exigência é parte fundamental do processo de avaliação do ensino superior no Brasil.
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Além de obrigatório, o questionário é o único caminho para que o aluno possa participar da prova e, principalmente, para ter seu histórico acadêmico liberado pela instituição. Em muitos casos, a não regularização deixa o estudante impedido de colar grau, atrasando planos de estágio, emprego e concursos. Por isso, universidades têm alertado seus alunos de forma intensa nos últimos dias.
A prova do Enade, que avalia o desempenho dos cursos superiores, depende diretamente da participação dos estudantes selecionados. A resposta ao questionário serve como uma espécie de “confirmação de presença”, além de fornecer dados usados pelo MEC para medir a qualidade dos cursos e das instituições. Universidades reforçam que o preenchimento leva poucos minutos, mas evita dores de cabeça futuras.
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Com a reta final batendo à porta, coordenadores têm incentivado os estudantes a não deixar para a última hora. A orientação geral é simples: quem está inscrito precisa regularizar a situação hoje, sob risco de ficar irregular no exame. A expectativa é que o volume de acessos cresça até o fechamento do prazo, impulsionado pela pressa dos que ainda não cumpriram a obrigação.
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