Cientistas deram um passo impressionante ao recriar em supercomputadores o buraco negro M87*, aquele mesmo que entrou para a história em 2019 como o primeiro já fotografado. As novas simulações revelaram como as partículas se comportam num verdadeiro balé cósmico e caótico, mostrando detalhes fascinantes sobre a luz que circula nesse abismo do espaço.
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O grande diferencial desse estudo foi tratar elétrons e prótons de forma separada, algo inédito nos modelos anteriores. Os resultados mostram que os elétrons são cerca de 100 vezes mais frios que os prótons, diferença que ajuda a explicar o brilho intenso observado ao redor do buraco negro. Essa discrepância gera efeitos visuais que encantam os astrônomos e intrigam a ciência.
Outra descoberta impressionante é que o ponto mais brilhante do anel que circunda o buraco negro não é fixo: ele se desloca com o tempo. Esse movimento está ligado à liberação de jatos de plasma que se espalham pelo espaço, revelando uma dinâmica muito mais complexa do que se imaginava.
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Combinando observações reais e poder de supercomputação, os cientistas acreditam estar mais perto de compreender como esse gigante cósmico evolui ao longo dos anos. Para os especialistas, cada detalhe revelado abre caminho para novas descobertas sobre os mistérios mais profundos do universo.
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