Um funcionário responsável pelo teleprompter de Donald Trump virou alvo de uma investigação após suspeitas de que teria lucrado quase US$ 100 mil usando informações privilegiadas sobre os discursos do presidente dos Estados Unidos. Gabriel Perez, que trabalha com Trump desde 2016, foi colocado em licença administrativa não remunerada enquanto o caso é apurado.
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Segundo as investigações, Perez teria utilizado seu acesso antecipado aos textos dos pronunciamentos para apostar sobre quais palavras e expressões seriam mencionadas durante discursos oficiais. As apostas envolveram eventos de grande repercussão, incluindo o discurso do Estado da União e outras apresentações públicas realizadas ao longo dos últimos meses.
A movimentação chamou a atenção após sistemas internos identificarem padrões considerados suspeitos. A empresa responsável pelo monitoramento das operações comunicou o caso às autoridades federais, que iniciaram uma apuração para verificar se houve uso indevido de informações confidenciais. Os valores obtidos nas operações permanecem bloqueados durante a investigação.
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A Casa Branca informou que Donald Trump determinou o afastamento imediato do funcionário e reforçou que o governo adota regras rígidas sobre ética e uso de informações privilegiadas. Até o momento, não há indicação de que outros integrantes da equipe estejam envolvidos no episódio, que segue sendo investigado pelas autoridades competentes.


