Crie seu negócio online com o poder da inteligência artificial e comece a lucrar hoje com a Jornada V1

Angélica faz reflexão sobre fama desde a infância: “Talvez eu nem saiba como seria viver sem reconhecimento”

Date:

Angélica compartilhou uma reflexão sobre os desafios e aprendizados de viver sob os holofotes desde a infância. Em uma publicação nas redes sociais no último sábado (06), a apresentadora falou sobre a relação com a fama e afirmou que, com o passar dos anos, passou a valorizar mais a forma como escolhe viver do que a opinião das outras pessoas.

++ Meninas da ginástica rítmica que conquistaram o ouro para o Brasil se apresentam ao som de Joelma

A reflexão surgiu após sua participação no podcast Cá Entre Nós, comandado por Fátima Bernardes e Bia Bonemer. Na publicação, Angélica relembrou que iniciou a carreira ainda criança e que cresceu acompanhada pela exposição pública. “Eu trabalho desde os 4 anos. Cresci diante das câmeras, fui me descobrindo enquanto as pessoas também me descobriam. A exposição nunca foi algo que aconteceu depois, ela sempre esteve presente. Faz parte da minha história”, escreveu.

A apresentadora afirmou que não sabe como seria viver longe do reconhecimento do público, mas destacou que aprendeu a diferenciar fama e identidade ao longo da vida. “Por isso, talvez eu nem saiba como seria viver uma vida sem reconhecimento. Mas o tempo me ensinou que existe uma diferença grande entre ser conhecida e ser verdadeiramente vista”, refletiu.

++ Meninas da ginástica rítmica que conquistaram o ouro para o Brasil se apresentam ao som de Joelma

Na sequência, Angélica falou sobre a importância do autoconhecimento e destacou que a imagem que chega ao público representa apenas uma parte de quem ela é. “A imagem que as pessoas têm da gente é só um recorte. Com os anos, fui entendendo que o mais importante não é quantas pessoas sabem quem você é, mas quantas sabem quem você realmente é. E, principalmente, o quanto você sabe“, afirmou.

Ao concluir a reflexão, a apresentadora explicou que hoje prioriza os vínculos pessoais e os valores que considera essenciais para a vida. “Hoje, me preocupo menos com a forma como sou percebida e mais com a forma como escolho viver. Porque no fim, o que sustenta a vida não é o reconhecimento. São os afetos, os encontros, a família, os valores e tudo aquilo que permanece quando a imagem fica em segundo plano”, declarou.

Não deixe de curtir nossa página no Facebook  e também  no Instagram  para mais  notícias do JETSS.

Share post:

Jornada V1

spot_imgspot_img

Popular

Notícias
Relacionadas