Em meio às incertezas da economia global, o ouro voltou a ganhar destaque entre os bancos centrais do mundo. Considerado um dos ativos mais seguros em tempos de crise, o metal precioso segue sendo acumulado por diversas nações — e o Brasil apareceu em posição de destaque na América Latina, liderando o ranking regional de reservas oficiais.
Os dados mais recentes mostram que os Estados Unidos continuam no topo absoluto do planeta, com milhares de toneladas guardadas em cofres estratégicos. Alemanha, Itália, França, Rússia e China também aparecem entre os países com os maiores estoques do metal, reforçando uma disputa silenciosa por segurança financeira diante das tensões internacionais e das oscilações do dólar.
Na América Latina, o Brasil chama atenção por possuir a maior reserva de ouro da região. O volume armazenado pelo país supera outras economias latino-americanas e evidencia uma estratégia de proteção cambial e fortalecimento das reservas nacionais. México e Argentina também aparecem na lista, mas em patamares menores quando comparados ao território brasileiro.
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Especialistas apontam que o ouro continua sendo visto como um “porto seguro” em períodos de inflação elevada, guerras e instabilidade econômica. Com o aumento das incertezas globais, muitos governos vêm reforçando seus estoques do metal precioso para reduzir riscos e ampliar a confiança em suas economias.


