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Jair Bolsonaro sofre nova crise de soluços intensos e instabilidade na pressão arterial

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Crises de soluços e pressão instável mantêm cuidados médicos com Bolsonaro (Foto: Instagram)

O ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a registrar episódios de soluços intensos e instabilidade na pressão arterial enquanto cumpre prisão domiciliar. Um relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) revela uma leve melhora no quadro após ajustes na terapia medicamentosa, mas ainda mantém os médicos em alerta devido ao histórico de complicações respiratórias. Embora apresente melhora discreta com a alteração na dosagem dos medicamentos, Bolsonaro enfrenta crises severas de soluços prolongados e quedas ou picos na pressão, situações que preocupam a equipe que o acompanha.

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Internado em regime domiciliar desde a cirurgia no ombro, o ex-mandatário voltou a apresentar surtos de soluços que se estendem por horas, além de oscilações pressóricas que exigiram o reforço na dose diária de remédios. A equipe que acompanha o ex-presidente observou que, apesar do repouso em casa, o número de episódios diários de soluços aumentou, e a pressão arterial alternou entre valores muito baixos e picos acentuados. O aumento no consumo de analgésicos e anti-inflamatórios também foi registrado, pois os soluços intensos podem agravar a dor no ombro operado.

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No documento encaminhado ao STF na sexta-feira (8), os médicos registraram que, com a introdução de fármacos adicionais e o reequilíbrio nas doses, houve ligeira melhora nos sintomas. Os profissionais atribuíram parte do êxito inicial à interação dos novos remédios com o tratamento prévio, mas enfatizaram que é necessário acompanhamento rigoroso para evitar efeitos adversos. Mesmo com sinais de recuperação, o ex-presidente permanece em observação contínua, já que as crises podem evoluir para processos inflamatórios graves.

Em março deste ano, Jair Bolsonaro esteve internado durante duas semanas em um hospital particular de Brasília em razão de uma pneumonia. Na ocasião, foi diagnosticada pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração, quadro em que o suco gástrico entra nos pulmões e provoca infecção. Ele recebeu antibióticos e suporte respiratório, evoluindo sem necessidade de ventilação mecânica invasiva.

A broncoaspiração está diretamente ligada aos episódios prolongados de soluços, uma vez que contrações diafragmáticas intensas favorecem o refluxo e a entrada de conteúdo gástrico nas vias aéreas. O tratamento incluiu antibioticoterapia e cuidados de enfermagem intensivos para prevenir complicações adicionais.

Condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, o ex-presidente teve concedido regime de prisão domiciliar humanitária em março pelo ministro Alexandre de Moraes, com prazo inicial de 90 dias. O benefício foi autorizado para assegurar a continuidade do tratamento médico em ambiente domiciliar, minimizando riscos de infecções hospitalares.

Até o momento, a assessoria de Jair Bolsonaro não se pronunciou sobre o novo episódio de soluços e das flutuações de pressão. A equipe médica mantém o monitoramento diário e ajustes pontuais na medicação, visando evitar recidivas e garantir a estabilidade clínica do ex-chefe do Executivo.

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