
Operação policial em Sinop busca principal suspeito de feminicídio (Foto: Instagram)
A Polícia Civil de Sinop (MT), em conjunto com a Polícia Militar, identificou Rafael Pendolski como principal suspeito da morte de Raissa Pereira da Silva, de 24 anos, encontrada sem vida em sua residência no início da manhã de sexta-feira. As investigações, baseadas em depoimentos e perícia no local, apontam indícios de estrangulamento contra a jovem, levando as forças de segurança a deflagrar uma operação intensiva em busca do acusado em toda a região.
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Segundo o boletim da corporação, Pendolski foi a última pessoa a estar na casa da vítima pouco antes do corpo ser descoberto. As autoridades acreditam que ele ainda permanece em Sinop, e a captura do suspeito foi classificada como prioridade máxima. Equipes reforçadas circulam por diversos bairros da cidade em busca de informações que levem ao paradeiro do investigado.
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O caso ganhou repercussão quando familiares estranharam a falta de contato com Raissa ao longo do dia e acionaram a Polícia Militar por volta das 9h. Na chegada, os agentes encontraram a porta da residência aberta e o corpo da jovem sobre a cama, com um objeto amarrado ao pescoço. O local foi imediatamente isolado para o trabalho da Polícia Civil e da perícia técnica, que recolheu vestígios e sinais de luta.
As câmeras de segurança instaladas no imóvel forneceram imagens cruciais para a investigação. Às 6h39, o sistema flagrou um homem se aproximando da porta principal, sendo recebido pela jovem. Posteriormente, por volta das 7h15, o mesmo indivíduo aparece sem camisa no interior da casa, transitando entre a cozinha e a sala e ajustando a bermuda enquanto observa atentamente o ambiente.
Pouco antes de deixar o local, às 7h19, o suspeito surge já vestido, fumando um cigarro e fazendo um breve reconhecimento da área interna. Esses registros passaram a integrar o inquérito policial e podem ser decisivos para apontar o rumo das diligências e confirmar o envolvimento de Rafael Pendolski no crime.
O sargento responsável pelo caso afirmou que as buscas prosseguem em ritmo acelerado, com policiais atuando inclusive fora do horário de expediente. Ele reforçou a importância da colaboração da população, que pode fornecer informações de forma anônima pelos canais oficiais da Segurança Pública, ressaltando que a prisão do suspeito é apenas uma questão de tempo.

