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Mãe de Isabella Nardoni presta homenagem emocionante 18 anos após morte da filha

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Vereadora Ana Carolina transforma lembrança de Isabella Nardoni em luta contra a violência infantil (Foto: Instagram)

A vereadora Ana Carolina Oliveira relembrou neste domingo (29) os 18 anos desde o falecimento de sua filha, Isabella Nardoni, e destacou como transformou o luto em engajamento contra a violência infantil. Por meio das redes sociais, ela compartilhou sentimentos profundos ao revisitar memórias da menina, reforçando que a dor deu origem a um propósito maior de proteção às crianças.

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No vídeo postado no Instagram, Ana Carolina reuniu registros raros ao lado de Isabella e desabafou sobre as perguntas que a assombraram após a tragédia: “29 de março de 2008. ‘E se…?’ é a pergunta que rondou a minha vida por muitos anos”, afirmou. Ela relembrou a angústia que atravessou cada ano desde aquele dia.

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A parlamentar questionou como seria sua rotina se Isabella estivesse viva: “E se hoje, na minha casa, nós fôssemos em cinco? E se a Isabella tivesse conhecido o Miguel e a Maria Fernanda?”, disse ela, evocando a convivência que nunca chegou a acontecer. Essas indagações, segundo Ana Carolina, ainda ecoam em seu coração.

Ela descreveu o 29 de março como o dia mais difícil de sua trajetória, mas sublinhou que a vida de Isabella não se encerrou naquela data. “Uma história foi rompida. Esse foi o dia mais difícil da minha vida. Mas uma história que não acabou ali”, declarou, mostrando que a menina segue viva na causa que inspirou.

Com o passar dos anos, Ana Carolina passou a ver o legado deixado pela filha como um compromisso social. “Hoje eu entendo que ela deixou algo muito maior. Esse legado se transformou em luta, em propósito e em transformar vidas”, ressaltou, destacando seu trabalho em favor da prevenção e combate à violência infantil.

Para a vereadora, recordar Isabella não significa reviver apenas a dor, mas sim fortalecer a missão de dar voz às crianças que sofrem abusos. “É lembrar que a violência está em tantos lugares e precisa ser uma voz. E se ela me deixou aqui para ser essa voz, assim eu vou honrar”, concluiu, afirmando que não está sozinha nessa jornada.

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