
Poliana Santos Gonçalves, 31 anos, encontrada morta em Machadinho D’Oeste (TO). (Foto: Instagram)
Um homem foi detido na última segunda-feira (22) em Guariba, distrito de Colniza (MT), como principal suspeito de assassinar a jovem Poliana Santos Gonçalves, de 31 anos. Ela foi localizada morta dentro de sua casa em Machadinho D’Oeste (TO), o que levou as autoridades a iniciar investigação por possível feminicídio. A prisão aconteceu após a circulação de áudios nas redes sociais que indicariam uma confissão do crime pelo suspeito.
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No dia 18 de março, equipe da Polícia Militar de Rondônia encontrou o corpo de Poliana com mãos e pés amarrados, olhos vendados e várias perfurações causadas por objeto cortante. Dentro da residência, não foram localizados o celular nem a motocicleta da vítima, circunstância que sugere a possibilidade de roubo associado à morte. A ausência de pertences reforçou a gravidade do caso, motivando buscas pelo autor ou autores do crime.
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As apurações apontam que o assassinato pode ter sido premeditado, sendo considerada como linha principal a hipótese de feminicídio. Além do suspeito preso em Guariba, a polícia não descarta a participação de outras pessoas e segue investigando se houve conluio ou auxílio na execução do crime. O detido foi encaminhado à delegacia local e aguarda encaminhamento à Justiça, enquanto o inquérito avança para reunir mais provas.
A gravação divulgada pela página Machadinho News apresenta a voz atribuída ao investigado, na qual ele admite ter “vontade de matar” e justifica a ação por problemas pessoais. No áudio, o suspeito afirma: “Eu tava com vontade de matar, tá ligado? Eu tava muito chateado, porque tudo estava dando errado pra mim.” Essas declarações reforçam a linha de investigação sobre motivação emocional e a possível intenção deliberada de cometer o crime.
A Polícia Civil de Rondônia segue colhendo depoimentos, realizando perícias e analisando dados de celular e redes sociais para esclarecer os detalhes do homicídio. O caso continua sob sigilo, mas as autoridades ressaltam o compromisso de identificar todos os envolvidos e responsabilizá-los conforme a lei. No momento, o suspeito permanece à disposição da Justiça, e novas diligências estão previstas para desvendar completamente a dinâmica do crime.

