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O que aconteceu com jovem que ‘acordou’ no próprio velório em Angra dos Reis?

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Caroline “acorda” e tosse durante velório em Angra dos Reis (Foto: Instagram)

O caso de Caroline Costa Nunes Pereira, de 27 anos, que teria aberto os olhos e tossido durante seu próprio velório em Angra dos Reis (RJ) surpreendeu familiares e a comunidade local. A jovem foi velada na Capela Mortuária do Frade após ser declarada morta às 16h30 do dia 12 de março de 2026. Testemunhas relatam que, na madrugada de sexta-feira (13), ela apresentou movimento ocular e emitia sons semelhantes a uma tosse, gerando pânico entre parentes e amigos.

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Especialistas indicam que esse tipo de movimentação pode ser explicado pelo espasmo cadavérico, condição rara em que a musculatura não relaxa antes de iniciar a rigidez pós-morte. No processo comum, os músculos relaxam totalmente antes de endurecer devido a reações químicas, mas no espasmo cadavérico esse intervalo é suprimido. Pesquisas sugerem que situações de estresse físico ou emocional extremo, como em mortes súbitas ou traumáticas, podem desencadear essa resposta.

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Além da abertura dos olhos, outros reflexos pós-morte podem levar a contrações musculares involuntárias, liberação de gases acumulados e até emissão de sons como gemidos ou tosses, sem qualquer atividade cerebral ou consciência da parte do falecido. Em um áudio compartilhado pela família, a prima de Caroline relata que todos “saíram correndo da capela” ao testemunharem o movimento, evidenciando o impacto emocional intenso que esse fenômeno provoca em quem está de luto.

Em nota oficial, a direção do Hospital Municipal da Japuíba esclareceu que Caroline apresentava insuficiência cardíaca agravada por complicações infecciosas e sofreu parada cardiorrespiratória após uma arritmia súbita. Embora a equipe médica tenha adotado todos os protocolos de reanimação previstos, não houve reversão do quadro. O óbito foi atestado por exame eletrocardiográfico. A instituição destacou que o espasmo observado durante o velório é conhecido na literatura médica como reflexo pós-morte e não altera o diagnóstico de morte já confirmado.

O caso será submetido à esfera judicial, onde perícias e gravações fornecidas pelos familiares deverão esclarecer se houve equívoco no procedimento de confirmação de óbito ou se as manifestações musculares e sonoras se enquadram nas reações fisiológicas esperadas após a morte. A investigação buscará compreender se procedimentos médicos foram rigorosamente seguidos.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) estabelece normas estritas para a declaração de óbito, baseadas em critérios clínicos e exames complementares que visam evitar qualquer erro de avaliação. Embora o espasmo cadavérico e os reflexos pós-morte sejam eventos pouco frequentes, eles são reconhecidos pela comunidade científica e não representam indícios de reversão do quadro de morte cerebral.

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