Durante anos, a regra de beber exatamente 2 litros de água por dia foi tratada como verdade absoluta nas dietas e rotinas de saúde. Mas especialistas têm reforçado que essa meta fixa pode ser uma das maiores generalizações equivocadas quando o assunto é hidratação. Isso porque a quantidade ideal varia de acordo com fatores como peso, idade, alimentação, clima e nível de atividade física.
O próprio corpo já possui mecanismos eficientes para indicar quando precisa de água — a sede é o principal deles. Além disso, parte da hidratação diária vem dos alimentos, especialmente frutas, verduras e legumes, que possuem alto teor de líquido. Ou seja, nem toda a ingestão hídrica depende do copo d’água.
Outro ponto levantado é que forçar o consumo além do necessário não traz benefícios extras e, em casos extremos, pode até causar desequilíbrios no organismo, como a diluição excessiva de sais minerais. A recomendação moderna é observar sinais do corpo, como cor da urina, frequência ao banheiro e sensação de boca seca.
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Na prática, a ciência tem substituído a régua fixa dos 2 litros por uma abordagem individualizada. A hidratação continua sendo essencial para o funcionamento do corpo, mas deve respeitar as necessidades de cada pessoa — e não seguir uma meta engessada que virou moda sem considerar diferenças biológicas.
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