Pessoas que gostam de ficar sozinhas costumam ser vistas como antissociais, frias ou até arrogantes. Mas estudos recentes têm mostrado que essa preferência pode estar ligada, na verdade, a um traço psicológico bastante específico — e até positivo. Pesquisadores apontam que indivíduos que valorizam a própria companhia tendem a apresentar níveis mais elevados de autonomia emocional e independência cognitiva.
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De acordo com análises comportamentais, quem aprecia momentos de solidão geralmente possui maior capacidade de autorreflexão. Isso significa que essas pessoas usam o tempo sozinhas para organizar pensamentos, processar emoções e tomar decisões com mais clareza. Em vez de evitar relações, elas apenas selecionam melhor onde e com quem investir energia social.
Outro ponto observado é a forte ligação com a criatividade e o pensamento profundo. Estudos indicam que períodos prolongados de solitude favorecem insights, planejamento de longo prazo e desenvolvimento de ideias originais. Não por acaso, muitos artistas, pesquisadores e escritores relatam que produzem melhor quando estão isolados de estímulos externos.
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Especialistas também destacam que preferir ficar sozinho não é sinônimo de solidão ou tristeza. A diferença está na escolha: enquanto a solidão imposta pode gerar sofrimento, a solitude voluntária costuma estar associada ao bem-estar, equilíbrio emocional e maior autoconhecimento — um traço cada vez mais valorizado em tempos de excesso de estímulos sociais.
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