Milhares de brasileiros que fazem uso contínuo de determinados medicamentos podem ter direito a se aposentar ainda neste ano, segundo regras do INSS que voltaram a chamar atenção em 2026. A possibilidade não está ligada apenas ao nome do remédio, mas ao fato de ele estar associado a doenças graves ou incapacitantes que impedem a pessoa de trabalhar de forma permanente ou por longo período.
++Surto viral na Índia: Nipah, o “inimigo silencioso” que não tem cura, vira alerta global
Entre os casos mais comuns estão tratamentos para câncer, doenças neurológicas, transtornos psiquiátricos severos, HIV, Parkinson, epilepsia e outras condições crônicas. O uso contínuo desses medicamentos costuma indicar um quadro de saúde que pode gerar incapacidade laboral, abrindo caminho para benefícios como o auxílio-doença ou a aposentadoria por incapacidade permanente.
Especialistas alertam que o simples uso do remédio não garante automaticamente o benefício. É necessário passar por perícia médica do INSS, que avalia laudos, exames, histórico clínico e o impacto da doença na capacidade de trabalho. Em alguns casos, o segurado pode começar recebendo auxílio temporário e, com a evolução do quadro, ter o benefício convertido em aposentadoria.
++Esportes que podem fazer você viver mais (e alguns te surpreenderiam)
Com mudanças recentes nos procedimentos e maior procura por direitos previdenciários, o tema ganhou destaque em 2026. Muitos segurados que antes desconheciam essa possibilidade agora buscam orientação para entender se o tratamento de saúde que realizam pode, de fato, garantir acesso à aposentadoria prevista em lei.
Não deixe de curtir nossa página no Facebook e também no Instagram para mais notícias do JETSS

