Um time de pesquisadores chineses surpreendeu o mundo da geologia ao, pela primeira vez, observar em tempo real o processo pelo qual o ouro pode se formar e se concentrar no ambiente natural — mesmo quando está presente em quantidades quase imperceptíveis. A equipe conseguiu captar como partículas minúsculas de ouro se formam na interface entre minerais e água, revelando um mecanismo totalmente novo que pode reescrever muitas das teorias tradicionais sobre a origem das jazidas douradas.
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Os especialistas usaram tecnologia de microscopia avançada para acompanhar a reação entre um mineral comum (pirita) e soluções com pouquíssimo ouro dissolvido. O que encontraram foi a formação de uma espécie de “camada líquida densa” em nanoescala que funciona como uma verdadeira fábrica, acelerando a nucleação e o crescimento de nano-partículas de ouro ali mesmo, onde antes se pensava ser improvável.
Essa visão inédita dos passos que o metal precioso dá desde partículas quase invisíveis até concentrações que podem virar veios auríferos abre portas para novas formas de procurar e explorar ouro — e também pode alterar cálculos sobre onde e como depósitos ricos existem escondidos sob a crosta terrestre.
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Além da curiosidade científica, a descoberta promete chamar atenção de mineradores e investidores: se conhecermos melhor a formação natural do ouro, teorias clássicas sobre depósitos podem ser atualizadas — e isso pode influenciar estratégias de exploração e até o valor de reservas futuras no planeta inteiro.
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