Praticar esportes não é só “ficar em forma”: estudos científicos mostram que algumas atividades estão diretamente ligadas a uma vida mais longa, com menos risco de doenças como diabetes tipo 2, câncer e problemas cardíacos. A ciência deixa claro que o importante é mexer o corpo, mas certos esportes se destacam por combinar movimento, diversão e até interação social — o que pode turbinar os efeitos positivos para quem quer saúde de verdade.
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Segundo pesquisas de longa duração, jogar tênis, por exemplo, tem uma das maiores associações com aumento de expectativa de vida, podendo somar quase uma década a mais quando comparado a estilos de vida sedentários, enquanto esportes como badminton e futebol também aparecem entre os mais benéficos. Mesmo atividades como ciclismo e natação, com impacto físico moderado, aumentam anos de vida ao melhorar condicionamento cardiovascular e respiratório.
Os benefícios não param no corpo: esportes com componente social — como partidas de dupla ou time — ajudam a manter relações e bem-estar mental, fatores que também influenciam positivamente na longevidade. As diretrizes internacionais indicam que, mesmo pequenas quantidades de atividade física semanal — como cerca de 150 minutos de intensidade moderada — já reduzem riscos de morte precoce e promovem fortificação muscular e saúde geral.
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E não precisa ser atleta: a ciência aponta que começar com caminhadas, pedaladas ou jogos leves pode fazer diferença significativa já nas primeiras semanas. O mais importante é se mexer regularmente, escolher atividades que você goste e manter esse ritmo ao longo da vida — porque, no fim, o segredo para viver mais pode estar na diversão de se manter ativo todos os dias.
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