Uma pesquisa recente está virando de cabeça para baixo o maior enigma em torno de Stonehenge, o icônico círculo de pedras na Inglaterra que intriga estudiosos há mais de 5 mil anos. Usando técnicas avançadas de geologia, cientistas conseguiram rastrear as origens das enormes pedras que compõem o monumento — e derrubaram uma teoria antiga que dizia que geleiras as teriam transportado até o local.
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O estudo, publicado em uma revista científica, examinou minúsculos grãos minerais ao redor de Stonehenge que funcionam como “impressões digitais” geológicas. A análise mostrou que não há evidências de que os blocos tenham sido levados pelo movimento de gelo durante a última Era do Gelo, como muitos pesquisadores acreditavam por décadas. Isso fortalece a ideia de que os enormes monólitos foram deliberadamente movidos por povos pré-históricos.
Os resultados sugerem que grupos neolíticos antigos organizaram um esforço extraordinário para transportar pedras pesando várias toneladas de regiões distantes — possivelmente usando técnicas complexas de engenharia, trabalho coletivo e rotas terrestres e fluviais. Este achado muda nossa compreensão da capacidade desses povos antigos e reforça a visão de que Stonehenge foi um projeto monumental de significado profundo.
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Apesar de ainda não sabermos exatamente como eles conseguiram movimentar essas rochas gigantes, a pesquisa lança luz sobre o quão sofisticados e determinados eram os construtores de Stonehenge, abrindo portas para novas hipóteses sobre a vida, tecnologia e cultura nas ilhas britânicas há milênios.
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