Um renomado neurocientista espanhol passou por algo que parece nome de filme: ficou clinicamente morto por sete segundos após uma hemorragia interna e, ao voltar à vida, descreveu uma experiência que muitos chamam de Experiência de Quase Morte (EQM). O pesquisador, do Conselho Superior de Investigações Científicas da Espanha, relatou em entrevistas e em seu livro que o intervalo em que “esteve morto” foi intenso e profundamente marcante.
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Segundo o próprio cientista, aquele breve momento “foi mais real que a própria realidade”. Ele disse ter visto um poço com uma luz dourada no topo e três figuras que agiam como guias espirituais, oferecendo algo que ele ainda não tinha compreendido completamente na vida.
No relato, ele conta que pensou nas filhas pequenas e, com essa lembrança, escolheu regressar ao corpo. A sensação que acompanhou o retorno foi de profunda paz e clareza – uma percepção tão intensa que ele afirma não ter sido um sonho ou alucinação comum.
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O episódio mudou a maneira como ele enxerga a morte, a consciência e o que pode existir além do material. Não sendo uma pessoa religiosa, o neurocientista passou a acreditar que o “sagrado existe além do físico” e descreve a ideia de morrer como algo mais bonito do que assustador, considerando sua própria experiência de quase morte.
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