Ficar mais de um dia inteiro sem comer não é apenas “pular refeições”: isso joga seu corpo numa espécie de modo de sobrevivência que muda sua química interna. Nas primeiras 12 a 24 horas, seu organismo esgota o açúcar armazenado no fígado e começa a queimar gordura como fonte de energia — um processo chamado cetose, que pode levar a aquela sensação de clareza mental estranha e foco afiado para alguns, mas também a irritabilidade e cansaço para outros.
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À medida que as horas correm e você passa das 24 para as 36 horas sem alimento, seu corpo entra em um estado ainda mais extremo de economia energética. Ele libera cetonas para alimentar o cérebro, acelera a quebra de gordura e ativa mecanismos de autofagia — um tipo de “limpeza interna” das células que pesquisadores estão começando a estudar como potencialmente benéfico.
Mas nem tudo é vantagem. A falta de comida por tanto tempo pode aumentar o risco de baixa de açúcar no sangue, desequilíbrio de eletrólitos e desidratação, o que se manifesta como tontura, fraqueza ou dores de cabeça intensas. Especialistas alertam ainda que muitas pessoas tendem a sentir irritação e alterações de humor à medida que hormônios como cortisol sobem para tentar manter sua energia estável.
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Além disso, jejuar tanto não é indicado para todo mundo: gestantes, pessoas com diabetes ou histórico de transtornos alimentares, e quem tem certas condições médicas devem evitar esse tipo de prolongamento sem acompanhamento profissional — e a maneira de “sair” do jejum pode impactar tanto quanto o próprio período de abstinência de comida.
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