O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, desmentiu, nesta terça-feira (6) a ida de Jair Bolsonaro (PL), para um hospital depois de uma queda sofrida na madrugada, e determinou que a Polícia Federal apresente os laudos sobre o atendimento feito ao ex-presidente.
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“Não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal”, escreveu Moraes sobre o pedido da defesa de Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão em uma sala especial da PF em Brasília por tentativa de golpe de Estado.
A defesa de Bolsonaro pediu que fosse autorizada a saída imediata do ex-presidente para o hospital DF Star, em Brasília. “Diante da urgência e gravidade do quadro, requer seja desde logo autorizada a imediata remoção do Paciente o Hospital, para realização dos exames clínicos e de imagem necessários, com acompanhamento de sua equipe médica e sob escolta policial, a fim de preservar sua integridade física e evitar agravamento irreversível”, escreveram os advogados.
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Ao analisar o pedido, Moraes negou a saída imediata do ex-presidente e afirmou que não foi verificada necessidade da transferência para o hospital. O ministro ainda afirmou que a defesa precisa esclarecer quais os exames que entende serem necessários, uma vez que é possível que parte da avaliação médica seja feita nas unidades do sistema carcerário.
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