Há mais de seis décadas, um misterioso “pulso” da Terra intriga os cientistas: trata-se de um microssismo que se repete a cada 26 segundos. Detectado pela primeira vez nos anos 1960, esse tremor sutil tem origem no Golfo da Guiné, na costa africana, e permanece estável até hoje — atravessando oceanos e continentes com uma regularidade desconcertante.
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Muitas explicações já foram aventadas, desde forças de origem oceânica até processos vulcânicos e magmáticos. Mas nenhuma delas responde de forma definitiva de onde vem esse batimento constante — e por que ele é tão persistente. Curiosamente, o sinal varia ao longo do ano, crescendo em certas estações, e pode estar relacionado às ondas que batem na plataforma continental da África.
Pesquisadores também descobriram “deslizamentos de frequência” nesse microssismo, pistas de que algo — possivelmente subterrâneo ou marinho — está modulando esse ritmo oculto. A complexidade dos padrões sonoros e a presença de múltiplas frequências sugerem que os processos por trás do pulso são ainda mais sofisticados do que se imaginava.
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Mesmo com as tecnologias sísmicas mais avançadas, o enigma continua sem solução: por que a Terra mantém esse batimento constante? Esse mistério geofísico segue firme como um dos maiores desafios para a ciência do planeta.
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