- A pesquisa reflete a opinião pública recente. (Foto: Instagram)
- O presidente quer incluir regras para contribuintes de alta renda com CNPJ. (Foto: Instagram)
- Comparado a Bolsonaro, Lula é melhor para 48,5% (Foto: Instagram).
- Outros 45,8% discordam dessa avaliação (Foto: Instagram).
- Lula recusou convite para Cúpula da Paz sem participação russa. (Foto: Instagram)
- O governo Lula segue com avaliação dividida. (Foto: Instagram)
- Morais destacou a importância da revelação para a história. (Foto: Instagram)
- A vigilância americana foi meticulosa e prolongada. (Foto: Instagram)
- Lula está trabalhando para encontrar uma saída política para o problema. (Foto: Instagram)
- O presidente destacou que o salário médio cresceu 11,7% em um ano e meio. (Foto: Instagram)
- Lula afirmou que o Acredita será o maior programa de financiamento para empresários. (Foto: Instagram)
- O Planalto está avaliando os impactos políticos da devolução do relógio. (Foto: Instagram)
- Lula ressaltou a importância da conscientização sobre a violência contra a mulher. (Foto: Instagram)
- Presidente criticou inoperância das instituições de governança diante da geopolítica atual. (Foto: Instagram)
- Reunião evidencia importância de alianças políticas para possíveis futuras candidaturas. (Foto: Instagram)
O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva destacou divergências significativas entre a política externa do Brasil e as grandes potências ocidentais durante seu discurso na cúpula ampliada do G7 em Puglia, na Itália. Lula insistiu que a participação da Rússia é essencial em qualquer negociação para encerrar a guerra na Ucrânia e criticou as ações de Israel na Faixa de Gaza, descrevendo-as como uma transformação do legítimo direito de defesa em direito de vingança.
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Lula enfatizou que o Brasil condenou a invasão da Ucrânia pela Rússia e que a solução militar não permitirá que nenhuma das partes atinja seus objetivos. Ele defendeu uma conferência internacional que seja aceita por ambos os lados, nos moldes da proposta apresentada pelo Brasil e China, como o único caminho viável para a paz. O presidente também recusou o convite para participar da Cúpula da Paz para a Ucrânia, organizada pelo governo suíço, argumentando que a paz não será alcançada sem a presença da Rússia nas negociações.
Além da questão ucraniana, Lula criticou duramente as operações israelenses em Gaza, afirmando que estas violam diariamente o direito humanitário e vitimam milhares de civis inocentes, especialmente mulheres e crianças. O presidente brasileiro apoiou a decisão da África do Sul de levar o caso à Corte Internacional de Justiça, reiterando suas críticas anteriores às ações militares de Israel, que ele já havia comparado a genocídio e ao holocausto.
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Por fim, Lula apelou aos líderes do G7, Brics e G20 para que apoiem a taxação dos super-ricos e a criação de regulamentações internacionais para o uso da inteligência artificial (IA). Ele destacou a necessidade de uma IA segura, transparente e que respeite os direitos humanos, além de promover a diversidade cultural e contribuir para a transição energética. Lula ressaltou a importância de uma governança internacional da IA, com a participação de todos os Estados, para garantir que esta tecnologia seja usada como ferramenta de paz, e não de guerra.
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