- O centro promove a ideia de outras potências além do Ocidente. (Foto: Instagram)
- Polêmica envolve vazamento de e-mails do antigo X sobre ordens judiciais no Brasil. (Foto: Instagram)
- O evento foi organizado pelo Laboratório de Estudos de Defesa e Segurança Pública. (Foto: Instagram)
- Trocas de e-mails revelam pedidos de dados pessoais de usuários do antigo X. (Foto: Instagram)
- Medida visa garantir acesso contínuo ao X em meio a incertezas legais. (Foto: Instagram)
- Para Dugin, a censura ao X é prejudicial à verdadeira liberdade de expressão. (Foto: Instagram)
- O deputado Gustavo Gayer também foi citado nas publicações do empresário. (Foto: Instagram)
- Dugin fundou o Centro de Estudos da Multipolaridade. (Foto: Instagram)
- Relações entre tecnologia e poder estatal são postas em evidência. (Foto: Instagram)
- Controvérsia envolvendo o antigo X traz à tona debate sobre liberdade de expressão. (Foto: Instagram)
- Brasileiros buscam alternativas para manter acesso a redes sociais em meio a turbulências legais. (Foto: Instagram)
- Polêmica dos “Twitter files Brazil” remete à divulgação original em 2022. (Foto: Instagram)
- Decisão segue relatório da Polícia Federal apontando descumprimento de decisões judiciais. (Foto: Instagram)
- O empresário concordou com comentários de políticos sobre a situação no Brasil. (Foto: Instagram)
No último domingo (7 de abril de 2024), o CEO do X (antigo Twitter), Elon Musk, prosseguiu em suas críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF), sugerindo que sua plataforma poderia ser banida no Brasil. Musk endossou a recomendação de uso de VPN (rede privada virtual) como uma medida para contornar possíveis restrições judiciais ao acesso à rede social.
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Em uma publicação fixada em seu perfil no X, Musk recomendou que os brasileiros façam uso de VPN, destacando: “Para garantir que você ainda possa acessar a plataforma X, baixe um aplicativo de rede privada virtual (VPN)”. Ele também respondeu a um tutorial que ensina como baixar um aplicativo VPN, afirmando que “usar um VPN é muito fácil”.
A utilização de VPN permite aos usuários acessarem sites na internet sem que os provedores de acesso saibam sua localização geográfica. Dessa forma, mesmo que haja uma proibição judicial de acesso ao X no Brasil e as operadoras brasileiras bloqueiem o acesso, aqueles que utilizarem VPN poderão continuar a acessar a plataforma normalmente.
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É importante ressaltar que esta medida pode ser interpretada por autoridades, como o ministro Alexandre de Moraes, como uma possível afronta à justiça e incentivo a atividades ilegais. Moraes já determinou a inclusão de Elon Musk no inquérito das milícias digitais, o que demonstra uma vigilância mais intensa sobre as ações do empresário no contexto brasileiro.
A recomendação de Musk para o uso de VPN destaca a complexidade das relações entre empresas de tecnologia e autoridades governamentais, especialmente em questões envolvendo liberdade de expressão, regulação da internet e jurisdição internacional.
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