- Recentemente, Netanyahu teve um embate com o chefe da inteligência doméstica. (Foto: Instagram)
- O Itamaraty defende a missão de paz da Unifil. (Foto: Instagram)
- Israel invadiu base da ONU com tanques no domingo. (Foto: Instagram)
- Explosões perto da base da Unifil causaram náuseas nos funcionários. (Foto: Instagram)
- Israel afirma que estava recuando sob fogo do Hezbollah. (Foto: Instagram)
- O Brasil repudia ataques a missões de paz da ONU. (Foto: Instagram)
- Netanyahu pediu a retirada das forças da Unifil. (Foto: Instagram)
- Atualmente, há uma trégua após um acordo de cessar-fogo. (Foto: Instagram)
- O Brasil participa das missões da Unifil desde 2011. (Foto: Instagram)
- A ONU expressou preocupação com a segurança de suas forças no Líbano. (Foto: Instagram)
- A base da Unifil foi invadida por tanques israelenses. (Foto: Instagram)
O governo brasileiro, por meio de nota oficial do Itamaraty, condenou nesta segunda-feira (14) a invasão de uma base da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil), realizada por Israel no domingo (13). O comunicado destacou que ataques contra missões de paz e instalações da ONU violam o Direito Internacional e as resoluções do Conselho de Segurança da ONU.
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Como participante histórico de missões de paz, o Brasil ressaltou seu repúdio às “violações sistemáticas” observadas recentemente na região. A nota também expressou desaprovação ao pedido do governo israelense para a retirada da Unifil, após o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu acusar a força de paz de servir de “escudo humano” para o Hezbollah.
A ONU relatou que tanques israelenses derrubaram o portão de uma base da Unifil no sul do Líbano. Após a invasão, explosões próximas à instalação geraram fumaça, causando mal-estar aos funcionários. O Exército de Israel, no entanto, afirmou que suas tropas estavam recuando sob fogo intenso do Hezbollah e que não houve intenção de atacar a base da ONU.
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O Itamaraty reiterou a urgência da cessação das hostilidades e o respeito às missões de paz. A Itália, França e Espanha, que contribuem com tropas para a Unifil, também condenaram as ações de Israel, enquanto o secretário-geral da ONU, António Guterres, reafirmou que ataques a soldados da paz podem ser considerados crimes de guerra.
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