- O republicano vê riscos de uma Terceira Guerra Mundial. (Foto: Instagram)
- Não foram encontradas outras ameaças na região. (Foto: Instagram)
- As autoridades pedem evacuação para os moradores da Flórida. (Foto: Instagram)
- A Flórida ainda se recupera dos danos causados pelo furacão Helene. (Foto: Instagram)
- A Casa Branca considera a morte de Nasrallah um grande golpe para o Hezbollah. (Foto: Instagram)
- Ataques russos causam apagões em pleno inverno. (Foto: Instagram)
- O secretário de Defesa dos EUA disse que as fronteiras de 2014 são irreais. (Foto: Instagram)
- A saída de Israel segue um movimento de distanciamento internacional. (Foto: Instagram)
- O ataque a Dnipro amplia a tensão no conflito. (Foto: Instagram)
- Ele enfrenta quatro acusações relacionadas ao ataque ao Capitólio. (Foto: Instagram)
- O líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, foi morto em um ataque aéreo. (Foto: Instagram)
- O Hezbollah e o Hamas têm apoio do Irã em suas ações na região. (Foto: Instagram)
- O Oriente Médio vive uma escalada de violência envolvendo vários países. (Foto: Instagram)
- Entre os mortos estão líderes de operações de combate. (Foto: Instagram)
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, enfatizou neste domingo (29) que uma guerra total no Oriente Médio “deve ser evitada”, durante uma coletiva de imprensa em meio a crescentes tensões na região. A declaração foi feita após novos ataques israelenses no Líbano que resultaram em mais de 50 mortos, além de bombardeios em Gaza e no Iêmen.
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Ao ser questionado sobre a possibilidade de um conflito mais amplo, Biden reiterou: “Deve ser evitada. Realmente deve ser evitada”. A Casa Branca está monitorando de perto os desdobramentos, especialmente após a morte do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, vista como um golpe significativo para o grupo militante.
O governo norte-americano tenta conter a escalada entre Israel e o Hamas, que, assim como o Hezbollah, recebe apoio do Irã. Biden também afirmou que pretende conversar com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, embora não tenha especificado uma data.
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Neste domingo, os bombardeios israelenses no Líbano foram intensificados, visando alvos do Hezbollah. O Irã, por sua vez, através do presidente Masoud Pezeshkian, condenou os ataques israelenses contra países alinhados ao “Eixo de Resistência”, incluindo o Líbano e o Iêmen.
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