- Adele não tolera homofobia em suas apresentações. (Foto: Instagram)
- O Ministério da Saúde afirmou que diversidade de gênero “não é doença”. (Foto: Instagram)
- A inclusão no plano de saúde essencial gerou controvérsia. (Foto: Instagram)
- Grupos de direitos humanos discordam da decisão. (Foto: Instagram)
- Profissionais de saúde mental também se opõem à classificação. (Foto: Instagram)
- A CID-11, em vigor em outros países da região, não considera identidades de gênero como doenças. (Foto: Instagram)
- A decisão do governo peruano provocou indignação na comunidade LGBTQIA+. (Foto: Instagram)
- O Ministério da Saúde expressou respeito pelas identidades de gênero. (Foto: Instagram)
- Organizações de direitos humanos consideram a medida um retrocesso. (Foto: Instagram)
- Cantora é conhecida por apoiar os direitos LGBTQIA+. (Foto: Instagram)
- Profissionais de saúde mental e organizações de direitos humanos planejam protestos. (Foto: Instagram)
- Vídeo da discussão de Adele se espalha nas redes sociais. (Foto: Instagram)
- A discordância com a OMS é destacada pelos críticos do decreto. (Foto: Instagram)
- A CID-11 elimina categorias de identidade de gênero do capítulo das doenças. (Foto: Instagram)
- A inclusão da transexualidade como “problema de saúde mental” é vista como um retrocesso pelos ativistas. (Foto: Instagram)
A comunidade LGBTQIA+ no Peru criticou fortemente um decreto recente do Ministério da Saúde, que classifica a transexualidade e outras categorias de identidade de gênero como “pessoas com problema de saúde mental”. O decreto, parte do Plano Essencial de Saúde, foi emitido na sexta-feira e gerou controvérsia, levando a comunidade a considerar um protesto pacífico.
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O Ministério da Saúde, em comunicado, afirmou que a diversidade de gênero e sexual “não são doenças” ou “distúrbios”, e expressou respeito pelas identidades de gênero. No entanto, a atualização do plano inclui termos como “transexualismo” e “travestismo” como problemas de saúde mental, o que causou indignação na comunidade LGBTQIA+.
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A decisão do governo peruano foi criticada por grupos de direitos humanos e profissionais de saúde mental, que destacaram a discordância com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS). Enquanto a CID-10, utilizada como base para a inclusão no plano, ainda está em vigor no Peru, a CID-11, que elimina categorias de identidade de gênero do capítulo das doenças, já entrou em vigor em outros países da região. A comunidade LGBTQIA+ e organizações de direitos humanos estão considerando protestos para expressar sua oposição a essa medida.
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