- Moraes ordena PGR se manifestar sobre pedido de prisão de Bolsonaro (Foto: Agência Brasil)
- Nikolas Ferreira engrossa críticas contra Alexandre de Moraes na web: “Merd* de justiça” (Foto: CNN/TV Justiça)
- Nikolas Ferreira se pronuncia após Bolsonaro se tornar réu (Foto: Instagram)
- A solicitação foi feita pela vereadora Liana Cristina. (Foto: Instagram)
- Victor Fialho também assinou a notícia-crime. (Foto: Instagram)
- Advogados de Bolsonaro e Braga Netto entram com denúncia contra STF (Foto: Agência Brasil)
- Bolsonaro ainda não se pronunciou sobre o caso. (Foto: Instagram)
- O STF decidirá sobre condenação ou absolvição. (Foto: Instagram)
- Gleisi defendeu que o Congresso priorize temas relevantes. (Foto: Instagram)
- A PGR tem cinco dias para dar um parecer. (Foto: Instagram)
- O prazo foi estabelecido pelo ministro do STF. (Foto: Instagram)
- Musa da direita, Jojo Todynho revela contato frequente com Bolsonaro: “Meu presidente”. (Foto: Instagram/Agência Brasil)
- A denúncia foi apresentada pela Procuradoria-Geral da República. (Foto: Instagram)
- Deputado bolsonarista rebate acusações envolvendo menor de idade: “Sou vítima de homofobia”. (Foto: Instagram)
- Mourão afirma ter sido ‘usado’ como vice-presidente de Bolsonaro: “Papel nenhum”. (Foto: Agência Brasil)
- A decisão pode impactar o futuro político de Bolsonaro. (Foto: Instagram)
- O pedido de prisão preventiva foi apresentado ao STF. (Foto: Instagram)
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, ordenou um manifesto da PGR (Procuradoria Geral da República) sobre o pedido de prisão contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
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Em despacho do magistrado, do dia 18 de março, foi dado à PGR o prazo de 5 dias. Segundo o processo, a PGR foi intimada em 19 de março, com o prazo passando a constar a partir desta data.
A vereadora Liana Cirne (PT-PE) e o funcionário do seu gabinete Victor Pedrosa, entraram com uma notícia-crime na Corte imputando ao político inelegível “o possível cometimento dos delitos de obstrução da justiça, incitação de crimes contra as instituições democráticas e coação no curso do processo”.
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A ação pede, além da prisão preventiva de Bolsonaro, que a PGR se manifeste sobre as possíveis ilegalidades cometidas por ele nos dias 9, 10 e 14 de março. Alega a adequação da prisão preventiva conforme o artigo 312 do Código de Processo Penal (CPP), que dispõe sobre a garantia da ordem pública e a regularidade da instrução criminal.
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