- Ela citou a isenção do Imposto de Renda como prioridade. (Foto: Instagram)
- O chanceler paraguaio classificou o caso como delicado. (Foto: Instagram)
- A maioria acredita que a economia piorou. (Foto: Instagram)
- Avaliação médica aponta melhora na recuperação do presidente. (Foto: Instagram)
- Oito em cada dez esperam mudanças na gestão. (Foto: Instagram)
- Cerca de 47% avaliam que ele não é bem intencionado. (Foto: Instagram)
- O episódio pode afetar as relações bilaterais. (Foto: Instagram)
- A votação do orçamento se tornou prioridade no Congresso. (Foto: Instagram)
- Redes de proteção entre diferentes esferas serão fortalecidas. (Foto: Instagram)
- O orçamento é essencial para a execução de políticas públicas. (Foto: Instagram)
- Mais de 90% das despesas são obrigatórias. (Foto: Instagram)
- Contradições entre discurso e prática geram críticas. (Foto: Instagram)
- O presidente tem 79 anos e estará com 81 em 2026. (Foto: Instagram)
- A medida representa anos de debates sobre tecnologia e educação. (Foto: Instagram)
- A situação segue em análise pelos dois países. (Foto: Instagram)
- A segurança presidencial foi reforçada. (Foto: Instagram)
- Comparado a Bolsonaro, Lula é melhor para 48,5% (Foto: Instagram).
A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), e presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, usou as redes sociais e se pronunciou após ter sido repercutido a divulgação de dados que apontaram uma série de irregularidades na compra de votos durante as eleições municipais deste ano.
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De acordo com a reportagem publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cerca de 82 cidades, a maioria com menos de 10 mil habitantes, tiveram aumento de 20% a 46% em seu eleitorado a partir da transferência de títulos de outras localidades.
Gleisi Hoffmann, por sua vez, cobrou uma investigação em torno do caso da compra de votos. “Gravíssima a suspeita de fraude envolvendo pequenos e médios municípios nas eleições de 2024. Democracia se constrói, acima de tudo, com transparência e honestidade”, disse.
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“A compra de votos em massa por meio da transferência coletiva e ilegal de títulos de eleitores entre uma cidade e outra, pode ter sido decisivo para o resultado nas urnas. Vamos acompanhar a investigação da Justiça Eleitoral e da PF”, escreveu Gleisi.
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