- Ex-capitão alega ser vítima de perseguição política. (Foto: Instagram)
- O ex-presidente buscava formas constitucionais de questionar o sistema eleitoral. (Foto: Instagram)
- Ex-presidente afirmou que respeitou a Constituição. (Foto: Instagram)
- Disse que avaliou medidas “dentro das quatro linhas”. (Foto: Instagram)
- Medidas de proteção são avaliadas pelo ex-presidente. (Foto: Instagram)
- Depoimentos indicam que ex-comandantes ouviram sobre o plano. (Foto: Instagram)
- Ele rebateu acusações de golpe por usar ferramentas constitucionais. (Foto: Instagram)
- Ele afirmou que as ideias foram rapidamente descartadas. (Foto: Instagram)
- A Polícia Federal aponta Bolsonaro como líder de organização golpista. (Foto: Instagram)
- As conversas incluíram hipóteses envolvendo o artigo 142 da Constituição. (Foto: Instagram)
- Lula criticou políticas que desfavorecem a educação. (Foto: Instagram)
- Ele classificou as conversas com os militares como “não acaloradas”. (Foto: Instagram)
- Bolsonaro afirmou que desistiu do plano ao perceber a inviabilidade. (Foto: Instagram)
- Bolsonaro defende que as discussões respeitavam a Constituição. (Foto: Instagram)
- Perfil do Bolsonaro no X é hackeado pela segunda vez em uma semana. (Foto: Instagram)
- Bolsonaro encerrou dizendo que as ideias foram abandonadas. (Foto: Instagram)
O delegado Fábio Alvarez Schor, da Polícia Federal (PF), se tornou alvo de ameaças de morte e precisou passar a utilizar carro blindado em seus deslocamentos após ter indiciado o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros mais de 30 membros da organização criminosa que tentou emplacar um golpe de Estado no país em 2022.
Em depoimento, o profissional confirmou a ameaça que recebeu após indiciar o político inelegível após o caso do contrabando de joias da Presidência, que seriam vendidas nos Estados Unidos.
Em setembro, o delegado relatou que ele e a família receberam ameaças cerca de 10 dias após indiciar o ex-presidente no inquérito do furto e contrabando de joias da Presidência da República, no dia 4 de julho. Em e-mail, Shor relatou que, no dia 15 de julho, encontrou “um boneco (macaco) pendurado no limpador traseiro do meu veículo”.
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“Diante dos últimos acontecimentos envolvendo ameaças a este subscritor e seus familiares, encaminhou o presente para ciência e avaliação”, informou o advogado responsável pelo caso, ao delegado Elias Milhomens de Araújo, também da PF. Ele, inclusive, é responsável pelo inquérito que investiga a exposição e ataques a agentes da PF por bolsonaristas.
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