Trivia Trens retoma gradualmente operação das linhas 11, 12 e 13 em SP

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Trem da CPTM na estação em São Paulo durante retomada gradual pela Trivia Trens (Foto: Instagram)

A concessionária Trivia Trens iniciou, na última terça-feira (06), a retomada gradual das operações nas Linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade na Grande São Paulo. Nesta primeira etapa, a empresa já voltou a operar o trecho da Linha 13-Jade e o Expresso Aeroporto, sob supervisão presencial da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

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O retorno das atividades recebeu aval da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) após a apresentação de um plano de ação que inclui treinamento de equipes, revisão de procedimentos e fortalecimento dos protocolos de emergência. Durante esse período, não haverá mudança nos horários, intervalos ou integrações entre linhas, enquanto a CPTM acompanha todo o processo in loco e a Artesp mantém a fiscalização do desempenho.

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De acordo com o cronograma acordado, a operação da Linha 13-Jade e do Expresso Aeroporto pela Trivia Trens seguirá sob olhar atento da CPTM até 25 de outubro. Já as Linhas 11-Coral e 12-Safira permanecem com a gestão direta da estatal até 26 de outubro, quando a concessionária deverá reassumir os serviços de forma conjunta, ainda sob supervisão da CPTM.

Caso os prazos sejam cumpridos conforme o previsto, a operação integral das três linhas ficará a cargo da Trivia Trens em 26 de novembro, após conclusão do período de supervisão. Essa agenda busca assegurar uma transição segura e sem prejuízos aos passageiros.

A suspensão temporária da Trivia Trens foi determinada pela Artesp em 24 de julho, por até 90 dias, em razão de falhas registradas no serviço. A concessionária havia começado a operar as linhas em 21 de julho, após um período de transição com a CPTM.

Nos primeiros três dias de atuação, ocorreram interrupções na circulação provocadas por uma pane no fornecimento de energia entre as estações Brás e Tatuapé. Além disso, um foco de incêndio em um trem na altura da estação Bresser-Mooca obrigou passageiros a deixarem os vagões e seguirem a pé pelos trilhos, fato que motivou a intervenção da Artesp para retorno imediato da CPTM às operações.

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) abriu um inquérito para investigar as causas das falhas e apurar eventuais responsabilidades.